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Doctrine
ReformedEvangelical

O Deus calvinista um monstro moral! - (Roger Olson e Michael Horton - debate)

Theologian

Michael Horton


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4.27


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18 September 2024

Added to Database

15 September 2025


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Em dado momento do vdeo, Olson afirma que no arminianismo, "o pecado no tem propsito" e como isso radicalmente diferente do calvinismo. Alm das explicaes que ele d, veja as precisas anlises de Braxton Hunter e John Peckham: " claro que as teodiceias da construo de carter e a do bem maior reconhecem o veculo poderoso e transformador de mudana que a tragdia frequentemente se revela ser. O problema, como dito acima, que Deus entendido como o agente causal por trs desses eventos malignos. Ainda assim, os defensores das teodiceias do livre-arbtrio sustentam que, enquanto o mal em si obra do homem, o desenvolvimento do carter e os bens maiores frequentemente resultam disso. Isso significa que as teodiceias do livre-arbtrio tambm reconhecem os benefcios de ter suportado o mal, mas no cometem os principais erros teolgicos das vises concorrentes. Nesta viso, os seres criados so os agentes causais por trs do mal que existe no mundo. Tal acusao no pode ser feita contra o Pai. Enquanto alguns podem exigir que a prescincia de Deus sobre os eventos malignos o tenha dissuadido de criar o mundo, a maioria provavelmente ver que a existncia da ordem criada um BEM INTRNSECO que SUPERA a INEVITABILIDADE do mal e do sofrimento. De todas as pessoas, aqueles que acreditam na escatologia crist devem reconhecer isso. Quanto ao estado atual das coisas, somos culpados pelo mal, mas Deus deve ser louvado pelo bem. A existncia do mal, ento, melhor explicada pela existncia da liberdade libertria humana. Qualquer ponto de vista que negue a liberdade libertria das criaturas necessariamente faz com que Deus seja o agente causal por trs de todo mal." HUNTER, Braxton. Comentrio sobre o artigo 8: O Livre-arbtrio do homem, Em: Todos podem ser salvos: uma defesa da soteriologia batista tradicional. Org. ALLEN, David L.; HANKINS, Eric; HARWOOD, Adam. (Rio de Janeiro: Verbum Publicaes, 2020), pp. 156-157. "Embora esse posicionamento [de que necessitamos de uma quantidade similar de mal para ter uma quantidade similar de bem] possa ser eficaz como defesa no nvel da possibilidade lgica, tenho srias preocupaes quanto adequao desse tipo de resposta e de qualquer outra que torne a realidade de algum mal necessria para a conquista de um bem maior. Como Davis reconhece, 'os testas que defendem que todo mal ajuda a levar a um bem maior negam que exista 'mal genuno'. Afirmam implicitamente que todo mal apenas aparente'. Esse ponto de vista parece transformar com eficcia todos os males em um bem instrumental. Isso acaba por contradizer a rejeio que Paulo faz da tese que diz: 'Pratiquemos o que mau, para que nos venha o que bom' (Rm 3:8; cf. 6:1). Se o mal nunca gratuito, ento por que ele deveria em algum caso ser evitado? Se todo mal traz algum bem maior, ento por que no propagar mais o mal? Alm dessas objees, questiono se os 'bens' concretizados como respostas virtuosas ao mal so, em si mesmos, bens intrnsecos sem os quais haveria menos valor no mundo. Parece-me mais provvel que o bem intrnseco exigido como resposta virtuosa flua da disposio subjacente do amor, a qual possvel presumir que seria demonstrada de forma mxima em um mundo sem mal. Se assim for, provavelmente haja atos e respostas virtuosas semelhantes ou melhores em um mundo sem mal que exibam com maior profundidade a bondade intrnseca do amor." John C. Peckham. Teodiceia do amor: O conflito csmico e o problema do mal (Tatu-SP: Casa Publicadora Brasileira, 2022), pp. 33.